Sexta, 20 de Julho de 2018
Por ASSCOM Victório Galli  |  Categoria: Agronegócio  |  Fonte: Assessoria de Imprensa do Deputado Federal Victório Galli
Domingo, 12 de Fevereiro de 2017 - 22:39
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POLÊMICA

O Agronegócio não irá sambar, disse Deputado

O enredo que tem como tema: "Xingu, O clamor que vem da Floresta", gerou indignação de setores políticos e do agronegócio mato-grossense e brasileiro.

A escola de samba “Imperatriz Leopoldinense”, sob o argumento de homenagear o Parque Nacional do Xingu prepara um ataque frontal ao Agronegócio mato-grossense. O enredo que tem como tema: "Xingu - O clamor que vem da Floresta", gerou indignação de setores políticos e do agronegócio mato-grossense e brasileiro. O Agronegócio é considerado o único setor a segurar a economia do Brasil. Em Mato Grosso, não é diferente, o agronegócio tem gerado índices positivos quando o assunto é geração de emprego.

Em um dos trechos da música, os compositores atacam o agronegócio: "o belo monstro rouba as terras dos seus filhos / devora as matas e seca os rios / tanta riqueza que a cobiça destruiu".

Segundo o Deputado Federal Victório Galli, “estamos vivendo um momento em que se vangloria aqueles que andam à margem da sociedade e se demoniza o verdadeiro trabalhador. O empreendedorismo no Brasil, passa a ser crime. É proibido arriscar empreender, é proibido ser empresário, é proibido gerar riquezas e empregos. Mas é autorizado roubar, matar, vadiar etc”, disparou o parlamentar.

Victório Galli postou em sua página no facebook uma forte crítica contra ideologistas que defendem a demonização do empreendedorismo e do agronegócio, veja na íntegra:

“O AGRONEGÓCIO ESTÁ SENDO MARGINALIZADO POR DETERMINADOS SETORES IDEOLÓGICOS. Há este tipo de ideologismo saindo de universidades, de parcela considerável da imprensa e, até de enredo carnavalesco.

Neste mês de janeiro fomos surpreendidos com a decisão de que uma determinada escola de samba irá tripudiar o agronegócio. Logo, decidi investigar o assunto. Infelizmente a Escola Imperatriz Leopoldinense irá atacar os trabalhadores do campo neste ano de 2017, no Rio de Janeiro.

Estes mesmos críticos são os que se alimentam do agronegócio, mal sabem de onde vem o arroz, o feijão que estão em suas mesas. Os ‘pensadores’ do topo da pirâmide esquerdista desconhecem a verdade ou optam pelo cinismo, desferem críticas ideológicas e marginalizam aqueles que estão carregando o Brasil nas costas: todo homem e mulher de bem que empreende, que trabalha, que derrama suor para conquistar um lugar ao sol.

Vejamos o absurdo. No Brasil, o homem que decidir empreender, arriscar investir no agronegócio, trabalhar e gerar empregos se torna alvo de ataques de pessoas que não tem coragem e disposição para plantar um pé de cebolinha em casa.

Desonestidade intelectual e má fé tem sido receitas de um "bolo" amargo e malfadado de pseudos intelectuais, hipócritas e que não pensam, de fato, no desenvolvimento sólido do país e em seu povo.

Temos em Mato Grosso grandes exemplos do sucesso do Agronegócio, cidades se desenvolveram e se tornaram grandes potências econômicas, com altos índices de desenvolvimento humano e essa elevação na qualidade de vida está à disposição para toda a população. São dados oficiais que trazem Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Sinop, Primavera do Leste como cidades que oferecem melhor qualidade de vida para sua população e isso deve-se ao agronegócio.

Em Mato Grosso, o agronegócio é responsável por quase 2/5 de toda a arrecadação de impostos ao Governo estadual. Da receita total arrecada pelo estado em 2015, encontramos o montante de 16 bilhões de reais, constando transferências da União e arrecadação dos impostos. Neste bolo, grande parcela está ligada ao Agronegócio, com a tributação sobre a compra de novas máquinas e implementos, veículos, diesel, insumos utilizados na produção (pré-plantio, plantio, manutenção e colheita), além dos recursos advindos do Fethab e Lei Kandir. Sem contar IOF, IRPJ e IRPF que vão para a União e retornam por meio de repasses. E, o agronegócio é responsável por 23% de todos os postos de trabalho em Mato Grosso, diretos e indiretos, considerando a geração em todos setores que tenham, de fato, relação com a produção agrícola, segundo dados divulgados pelo IMEA em 2014.

É importante sempre ressaltar: "o MT tem segurado a taxa de desemprego abaixo da média nacional. E, esses números tem a participação efetiva do Agronegócio.

Governo não gera riquezas, governo não gera empregos. O Agronegócio, sim, gera empregos, impostos, riquezas e bons índices de desenvolvimento humano. Um mito foi produzido por políticos mal-intencionados, de que ‘o Agronegócio não paga impostos’, ledo engano, precisamos trazer luz para a questão. A população precisa enxergar a verdade e defender este importante setor da economia nacional, principalmente em Mato Grosso que tem gerado impostos, riquezas, investimentos e empregos.

O Brasil precisa avançar em tecnologias, mas o primeiro passo já foi dado, somos o país do agronegócio. Os produtores rurais tem segurado a balança comercial e merecem respeito.

Registro meu repúdio, a falta de informação e a falta de respeito promovidos pela Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense.

Não comemoro, não pulo carnaval, nem tenho razões para apoiá-lo. De fato, tenho minhas posições pessoais sobre o carnaval e não tripudio quem defenda a festa. Respeito este evento tradicional promovido e festejado por muitos brasileiros. Mas estão usando deste evento para subverter informações, subverter valores e manipular a população.

O Agronegócio não irá parar e muito menos sambar, graças a Deus".

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