Sábado, 21 de Outubro de 2017
Por Redação  |  Categoria: Política  |  Fonte: CBN News
Sexta, 07 de Julho de 2017 - 17:48
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Efeito-Obama

Ideologia de gênero viola privacidade dos militares americanos

Os materiais de treinamento para transgêneros do exército dos EUA permitem que homens se identifiquem como mulheres para tomar banho com mulheres soldados.

A administração do antigo presidente americano, Barack Obama, causou muitos estragos ao seu país. Trump está, com maestria, diga-se, concertando os erros passados. Um assunto que merece atenção do novo presidente são algumas “inovações” realizadas pelo antecessor nas forças armadas. Vejam o disparate.

Os materiais de treinamento para transgêneros do exército dos EUA permitem que homens se identifiquem como mulheres para tomar banho com mulheres soldados.

"Vignette 4" da "Tier Three Transgender Soldiers Training" (Transgênero Nível 3, para Soldados em Treinamento - Política de treinamento para soldados transgênero dos EUA) descreve o seguinte: "Após a transição do sexo masculino para o feminino (que não incluiu a cirurgia de redesignação do sexo) e a alteração do indicador de gênero no DEERS (base de dados pessoais dos militares), um soldado transgênero começa a usar quartéis femininos, banheiro e chuveiro. Porque ela não sofreu uma mudança cirúrgica, o soldado ainda tem genitália masculina ".

Das "Responsabilidades e Considerações" do Vignette 4, afirma:

1 - "Trate todos os soldados com dignidade e respeito".
...
4 - "Compreenda que você pode encontrar pessoas em quartéis, banheiros ou instalações de chuveiro com características físicas do sexo oposto, apesar de ter o mesmo marcador de gênero no DEERS".
5 - "Todos os soldados deveram respeitar as preocupações de privacidade e a modéstia dos outros. No entanto, não requererá aos soldados transgêneros a modificar ou o ajustar seu comportamento com base no fato de que eles não "combinam" com os outros soldados".

"Este é o primeiro", escreveu James Hasson para The Federalist . Ele é um ex-capitão do exército e um veterano da guerra no Afeganistão. "O exército normalmente está no negócio de dizer aos soldados que "modifiquem ou ajustem seu comportamento" o tempo todo".

"Considere o que essas políticas significam na vida real: a maioria dos banheiros no Exército se parece com a da prisão onde existem vários chuveiros na parede", explicou Hasson.

"Qualquer um que tenha lidado na prática de conduzir 30 pessoas, através deles em dez minutos, entende que "privacidade" será incompatível com a realidade", continuou.

"As mulheres soldadas que se sentem desconfortáveis ao compartilhar instalações com indivíduos que ainda possuem "características físicas do sexo oposto" terão que tolerar isso", acrescentou Hasson.

No final do mês de maio, o secretário de Defesa, James Mattis, permitiu o adiamento do alistamento de pessoas transgêneros nas forças armadas por mais seis meses. O atraso não proíbe a transição do militar que atualmente serve o exército, de acordo com o Federalista.

O objetivo do adiamento é proporcionar aos chefes conjuntos mais tempo para analisar e facilitar o impacto de uma regra da administração Obama sobre "prontidão e letalidade de nossas forças armadas", informou os meios de comunicação.

A administração Obama permitiu que as pessoas transgêneros servissem abertamente. No passado, as Forças Armadas dos EUA dispensavam automaticamente militares com disforia de gênero.

Não se trata de discriminar o sexo de alguém. A questão é considerarmos a privacidade das mulheres militares. Se imagine, cara leitora, em uma situação dessas: Você ter que tomar banho com alguém do sexo masculino, mas que, por causa da ideologia de gênero, se “ache mulher”. Com exceção de seu consentimento, nobre leitora, penso que você não se sentiria nenhum um pouco a vontade em tal situação. Se a situação fosse inversa, ou seja, uma mulher “se sentindo homem”, causaria o mesmo constrangimento, a despeito de alguns homens dizerem, em tom de brincadeira, claro, que se ela fosse bonita, estaria “tudo bem”.

As forças armadas são, em última estância, a guardiã da soberania de qualquer país. São as FFAA que garantem a nossa segurança contra inimigos, externos ou internos. Para que ela desempenhe bem o seu papel, é fundamental que haja harmonia entre a tropa. Que haja respeito mútuo, sentimento de camaradagem, respeito às normas e disciplinas. Enfim, não nos parece nada produtivo constranger o sexo oposto. O antigo presidente desonra, com sua “inovação”, o exército mais poderoso da era moderna.


Com informações CBN News e The Federalist



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